domingo, 8 de fevereiro de 2026

"Bitcoin: Da Marginalização à Reserva de Valor Global — A Corrida Institucional por um Ativo Escasso"

"Como o Bitcoin Conquistou os Grandes Fundos: Escassez, Halving e a Nova Era da Reserva de Valor"

🚀 O cenário mudou

Em janeiro de 2024, o Bitcoin deixou de ser um ativo marginal para se tornar um pilar institucional.

10 minBlocos de Tempo
21 MilhõesOferta Máxima
3.125 BTCEmissão Atual

🛡️ A Fortaleza da Descentralização

O que torna o Bitcoin único é sua imutabilidade. O código é lei: ninguém pode alterá-lo.

Bitcoin: entendendo o ativo mais escasso da era digital

Um guia educacional, econômico e atemporal para compreender o Bitcoin além do preço.

Uma mudança silenciosa, mas irreversível

Durante anos, o Bitcoin foi tratado como algo marginal: experimental, arriscado ou puramente especulativo. Esse enquadramento começou a perder força à medida que o ativo amadureceu e demonstrou resiliência ao longo de múltiplos ciclos econômicos.

O ponto de virada ocorreu quando o mercado financeiro tradicional passou a criar instrumentos regulados para adquirir Bitcoin em larga escala. A partir desse momento, o Bitcoin deixou de ser apenas uma alternativa e passou a competir diretamente como reserva de valor.

O que o Bitcoin realmente é

Bitcoin não é uma empresa, não é um aplicativo e não pertence a governos ou bancos. Ele é um protocolo monetário de código aberto, executado simultaneamente por milhares de computadores ao redor do mundo.

🔒 Imutabilidade

Suas regras são públicas e extremamente difíceis de alterar. Não mudam conforme interesses políticos ou crises.

🌐 Descentralização

Não existe servidor central. A rede continua operando mesmo sob tentativas de censura ou falhas locais.

🧮 Escassez programada

Apenas 21 milhões de bitcoins existirão. A oferta não pode ser expandida por decisão humana.

Como o sistema funciona

A cada aproximadamente 10 minutos, um novo bloco é adicionado à blockchain — a corrente de blocos que registra todas as transações do Bitcoin.

Os responsáveis por validar esses blocos são os mineradores, que competem utilizando poder computacional real. Como incentivo, recebem atualmente 3,25 BTC por bloco.

Aproximadamente a cada quatro anos, essa recompensa é reduzida pela metade, em um evento conhecido como halving. Com o tempo, a emissão de novos bitcoins tende a zero.

Oferta, demanda e preço

A quantidade de novos bitcoins criados é limitada e previsível. Ao mesmo tempo, a demanda por esse ativo cresceu de forma estrutural.

Quando a demanda supera a nova oferta: o ajuste ocorre pelo preço.

No curto prazo, o preço reflete emoções, liquidez e especulação. No longo prazo, reflete escassez, adoção e confiança na rede.

Uma nova categoria de ativo

O Bitcoin não precisa substituir moedas nacionais para ser relevante. Ele já cumpre o papel de uma reserva de valor digital alternativa, neutra e global.

Este conteúdo não é uma promessa de ganhos, nem uma recomendação financeira. É apenas um convite à compreensão.

Entender o Bitcoin não exige pressa — mas exige curiosidade.







08/01/2026. Tocou, fez fundo nos 60K$ e acabou a baixa? Não. Na minha análise é só um respiro pra buscar mais liquidez acima. A primeira imagem é no gráfico de 5min, vê-se que caiu a 60K$ 2 dias atrás e, hoje 08/02 subimos aos 72K$. Mas, obeserve a seguda imagem na qual fiz anotações no gráfico de 1d;
- Do topo nos 70K$ no final de 2021 ao fundo no final de 2022, caiu mais de 76%
Entramos em ciclo de baixa e os indicadores já confirmaram isso. Do topo em 6 de outubro a 126K$ até os 60K$ 2 dias atrás foi uma queda de 52%. Os 60K$ era uma boa zona de entrada/compra? Sim! Principalmente para quem está de fora e para longo prazo. Mas, acredito que vai cair abaixo disso e, que uma das melhores regiões de compra está entre 53K$ e 58K$, em um cenário mais extremo de queda, acredito que possa cair aos 43K$.
Importantes observação:
Muita gente no ciclo passado ficou esperando o BTC cair a 12~10K$, ele fez fundo em 16K$ e voltou a subir. Tentar prever o fundo pra comprar não é uma boa.
Entrar com tudo nos 60~70K$, não é uma boa, se cair mais você perde o sono...
Eu posicionei ordens de compra entre os 67K$ e os 51K$,
a medida que o preço cai os aportes aumentam...
Daí você pensa: "Não vou investir num ativo que pode cair 10~20~30% em um dia, que tem quedas de 70~80% "
Mas veja que depois de cair quase 70% do topo em final de 2021 ao fundo em final de 2022, saiu dos 16K$ fazendo topo de ciclo em 126K$ dia 6 de outubro passado. nâo sobe em linha reta, tem grandes quedas no caminho para continuar subindo. Bitcoin tem escasses programada no código e isso é imutável.
O que é a Escassez Programada no Bitcoin?
O Bitcoin (BTC) foi projetado com uma oferta máxima fixa de 21 milhões de unidades, uma característica codificada de forma imutável no protocolo. Diferente das moedas fiduciarias, que podem ser impressas ilimitadamente por bancos centrais, o Bitcoin opera com escassez verificável.

A emissão de novos bitcoins ocorre de forma previsível: um novo bloco é minerado a cada 10 minutos em média, graças ao ajuste automático de dificuldade da rede. Esse mecanismo garante que, independentemente do poder computacional disponível, a taxa de geração de novos BTC permaneça constante.

A cada 210.000 blocos minerados — aproximadamente a cada quatro anos — ocorre o chamado halving, evento em que a recompensa por bloco é reduzida pela metade.

Em 2009: 50 BTC por bloco
Em 2012: 25 BTC
Em 2016: 12,5 BTC
Em 2020: 6,25 BTC
Em abril de 2024: caiu para 3,125 BTC por bloco
Esse processo continuará até por volta do ano 2140, quando a recompensa se tornará insignificante e a emissão de novos bitcoins cessará. O halving é um mecanismo deflacionário, pois reduz a inflação do BTC ao longo do tempo.

Segurança da Rede e Poder Computacional
A segurança do Bitcoin depende diretamente do poder computacional (hashrate) empregado pelos mineradores. Quanto maior o hashrate, mais difícil é realizar ataques à rede, como o double spending.

Com o tempo, o aumento no poder computacional global da rede reforça sua imutabilidade. Mesmo com a redução das recompensas, espera-se que as taxas de transação se tornem suficientemente altas para manter os mineradores incentivados, garantindo a integridade do sistema.

Demanda Crescente: ETFs e Compra por Grandes Fundos
Desde a aprovação dos ETFs de Bitcoin à vista nos EUA em janeiro de 2024, houve uma entrada massiva de capital institucional no mercado. Grandes fundos de investimento, gestores de patrimônio e empresas passaram a acumular BTC como reserva de valor.

Essa demanda institucional é contínua e crescente, muitas vezes superando a quantidade de novos bitcoins minerados diariamente. Com isso, a pressão compradora aumenta, especialmente em um cenário de oferta cada vez mais escassa.

Oferta vs. Demanda: A Corrida pelo Bitcoin
Atualmente, são minerados cerca de 900 BTC por dia (com recompensa de 3,125 BTC a cada 10 minutos). No entanto, a demanda, impulsionada por ETFs e instituições, tem sido superior a essa oferta diária.

Esse descompasso entre oferta limitada e demanda crescente intensifica a corrida para acumular BTC. Como o ativo é escasso e deflacionário, quem o detém tende a vê-lo como um "ouro digital" de longo prazo, o que reforça a tendência de hodling (acúmulo sem venda).

Estratégias de Acumulação: Manipulação de Mercado e Compra nas Quedas
Diante da dificuldade de adquirir grandes quantidades de BTC sem impactar o preço, há teorias de que grandes players (os chamados 'whales') e fundos sofisticados utilizam estratégias de manipulação de mercado.

Essas estratégias incluem:

Empurrar o preço para baixo com grandes ordens de venda ou alavancagem
Gerar medo, pânico e liquidações em cascata no mercado de derivativos
Comprar BTC a preços descontados de "mãos fracas" (investidores de varejo que vendem sob pressão)
Embora não haja prova direta de conspiração, movimentos de preço antes e após halvings frequentemente mostram padrões de acumulação institucional seguidos por fortes valorizações, o que alimenta essas teorias.



Mesmo quem compra no topo do mercado, ao longo de 4 ou 5 anos, historicamente tem se saído com lucro considerável ao investir em Bitcoin. Isso acontece devido ao crescimento exponencial de longo prazo do ativo, impulsionado por sua escassez programada, adoção crescente e eventos como o halving.

Por exemplo:

Após o pico de dezembro de 2017 (~$20.000), o preço caiu para ~$3.200 em 2018, mas quem segurou até 2021 lucrou mais de 10x.


Após o pico de novembro de 2021 (~$69.000), o preço caiu para ~$15.500 em 2022, mas em fevereiro de 2026 já superava $70.000 novamente — ou seja, quem comprou no topo e esperou ~4 anos, voltou a estar no lucro.

Estudos da Glassnode mostram que a maioria dos holders de longo prazo (acima de 155 dias) tende a sair do prejuízo cerca de 1 a 2 anos após grandes quedas, especialmente com a aproximação dos halvings, que historicamente antecedem novos ciclos de alta.

domingo, 23 de abril de 2023

Satoshi

Seis meses se passaram dede que ela me adotou.



Quando ela apareceu, nas vésperas do natal passado bem magrinha e amedrontada se refugiando no pátio do condomínio...


Hoje, feliz espantando uma garça.




"De onde tu tirou esse nome?!"
Perguntou-me uma senhora...



Escolhi esse nome em homenagem a Satashi Nakamoto.

Satoshi é o nome utilizado como pseudônimo pelo criador (ou criadores) do Bitcoin, a criptomoeda descentralizada mais conhecida do mundo. Até hoje, a verdadeira identidade por trás do nome Satoshi Nakamoto é desconhecida.

Em 2008, Satoshi publicou um artigo intitulado "Bitcoin: Um Sistema de Dinheiro Eletrônico Peer-to-Peer" que descrevia uma nova forma de transação digital que não dependia de intermediários como bancos ou governos. Em 2009, ele lançou o software do Bitcoin e a rede que permitia a realização de transações em Bitcoins.

O nome Satoshi também é usado como unidade de medida da criptomoeda Bitcoin, sendo que um Satoshi equivale a 0,00000001 Bitcoin. Essa unidade é utilizada para transações de valores muito pequenos em Bitcoin, uma vez que o valor de um Bitcoin inteiro pode ser muito alto.

Bitcoin é baseado em uma tecnologia chamada blockchain, que é um registro público e descentralizado de todas as transações feitas com Bitcoin.

O Bitcoin é diferente das moedas tradicionais, como o dólar ou o euro, porque não é emitido ou controlado por um banco central ou qualquer outra autoridade central. Em vez disso, é criado através de um processo chamado mineração, em que computadores resolvem problemas matemáticos complexos para verificar transações e adicionar novos blocos à blockchain.

Uma das características mais interessantes do Bitcoin é que ele permite que as pessoas enviem dinheiro diretamente umas para as outras, sem a necessidade de um intermediário, como um banco. Além disso, as transações com Bitcoin são geralmente muito rápidas e baratas em comparação com as transferências bancárias internacionais. Bitcoin se tornou cada vez mais popular ao longo dos anos e agora é amplamente aceito como forma de pagamento em muitos lugares ao redor do mundo. E, se você quiser me enviar Bitcoin ou satoshis, meu endereço de recebimento está abaixo.

bc1q003zteryhde4z85vtvaalnajgxs2r2hd7xefn0

Ou, caso queira contribuir em reais, clique aqui: Contribuir / doar

Obrigado!

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sexta-feira, 14 de outubro de 2022

 

Participei dos Treinamentos
“Ferramentas Google para Jornalistas”
e

"Marketing Digital"
No "Cresça com o Google" em Porto Alegre/RS.




Certificado em:
- TIC - Tecnologia da Informação e Comunicação, Sistemas de Informação, Internet, Hardware, Software e Comunicações. O Futuro - Comércio Eletrônico;
 - Tecnologia e Ensino;
- Segurança - Governo Eletrônico.
- Educação Ambiental, Meio Ambiente, Ecologia, Desequilíbrio Ecológico, Conservação Ambiental, Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável, A Integração Humana com o Meio Ambiente, Educação para a Qualidade Ambiental.
- Conhecimento e compreensão da fotografia digital e edição de imagens.
- Masterclass: Fotografia de nu com J.R Duran.



quinta-feira, 22 de abril de 2021

Dia da Terra

 Dia da Terra

Earthday
Significado: Consciencialização para a proteção ambiental.
O Dia da Terra, cuja finalidade é criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra, foi criado pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril de 1970.


sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Boa noite lunáticos e selenófilos.


A palavra selenofilia deriva dos termos gregos selene (Luna) e philia (amor, atração). O fascínio pelo satélite terrestre tem sido muito comum ao longo da nossa história.

Selenófilos geralmente se sentem inspiradas a ver a Lua ou a pensar sobre ela. Geralmente, são indivíduos com inclinações artísticas. Por esse motivo, poemas, canções, obras pictóricas e outras expressões criativas relacionadas ao satélite foram muito abundantes ao longo da história.

As fotos abaixo são de hoje, 30 de outubro de 2020. Passando das 21h

Tinha um avião passando. Aquele risco luminoso é a luz dele em 0.4s










Selene, ou Selena (em gregoΣελήνηSelíní, "lua"), no mito grego, era a personificação da lua. Ela é filha do titã Hiperião com a titânida Téa, e irmã de Héliopersonificação do sol, e de Éospersonificação do alvorecer. O equivalente de Selena no mito romano era Luna.[1]

Os lunáticos

Na Grécia antiga, além de um nome próprio para a lua, Selena também era um substituto de mênê, sinônimo de lua que também era usado para denotar "mês", provavelmente por um tabu linguístico, uma vez que a lua estava ligada a um mundo perigoso e maléfico, como atesta o verbo grego antigo e coiné selêniazein, "ser ferido pela lua, tornar-se lunático, isto é, epiléptico, convertendo-se desse modo em adivinho ou feiticeiro". Com a incorporação dos mitos gregos pelo mundo romano, crendices como as dos malefícios lunares acabaram inevitavelmente incluídas.

A evidência da crendice nos poderes maléficos lunares foi registrada pelos antigos evangelistas em duas passagens importantes do Evangelho de MateusMateus 4:24 e Mateus 17:15. Na primeira, diz o texto: "e espalhou-se a sua fama (de Jesus) por toda a Síria e trouxeram-lhe todos os que tinham algum mal, possuídos de vários achaques e dores, os possessos, os lunáticos [selêniazoumenous], os paralíticos e curava-os". No segundo, "tendo ido para jundo do povo, aproximou-se dele um homem que se lançou de joelhos diante dele, dizendo: 'Senhor, tem piedade de meu filho, porque é lunático [hoti selêniazetai] e sofre muito".

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Selene

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segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Dia da árvore

No dia 21 de setembro, é comemorado no Brasil o dia da árvore.
Eu já plantei diversas durante a vida , em uma feira de ciências anos atrás apresentei um lindo trabalho sobre educação ambiental, distribui 200 mudas de espécies nativas frutíferas.







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domingo, 20 de setembro de 2020

Estado suicidário.

O conceito de Estados suicidários foi desenvolvido pelo filósofo francês Paul Virilio (1932-2018).
Segundo Virilio, o Estado suicidário é a característica final, e o inevitável desfecho, de todos os Estados que têm o desenvolvimento técnico e o progresso econômico como elementos principais de sua existência (em detrimento de outros aspectos que compõem a sociedade). Este é suicida na medida em que exaure seus próprios recursos naturais e humanos, reproduzindo a lógica da busca infindável do aumento da produção e do consumo para atender a uma estrutura de mercado econômica neoliberal.
Dessa forma, o Estado suicidário é “um novo estágio do Estado nos moldes de gestão imanentes ao neoliberalismo. É, portanto, sua fase terminal” (Vladimir Safatle).

Para Virilio, o conceito de Estado suicida/suicidário não foi criado para caracterizar, especificamente, Estados fascistas (entretanto, o nazifascismo se apresentou como a manifestação máxima de um Estado suicida). Dito isto, é importante ressaltar que há intrínsecas correlações entre os Estados fascistas do século XX e o Estado suicidário: Aqui, podemos associar o próprio conceito de Estado suicidário à característica de regimes fascistas que se remetem ao heroísmo e ao culto da [própria] morte. No fascismo, essa aproximação com seu próprio fim relaciona-se ao indivíduo (ego), e no Estado suicidário ao próprio corpo estatal (FOUCAULT, 1976).

Vladimir Safatle define a era da informática como algo perigoso, já que nos leva à perda da noção da realidade, quebrando distâncias e territorialidades e ainda proporcionando uma quantidade absurda de informações. Ele é caracterizado como um crítico que vê como negativas as implicações dos meios de comunicação de massa[3], apesar de não se considerar como tal, Virilio não considera a eliminação da internet e da cibernética, mas sugere que elas sejam utilizadas de forma civilizada. Para ele, estar na contramão das modas intelectuais é uma obrigação dos pensadores autônomos e engajados nas lutas por um mundo melhor. Ele relaciona a internet com a história e a cultura norte-americana, caracterizada por uma imposição ao mundo, um controle universal como o “big brother” previsto por George Orwell. Paul cita também o empobrecimento gerado pela concentração de dinheiro nas mãos de poucos e a automação que substitui o homem em quase todas as áreas. [carece de fontes]

Paul Virilio é um democrata, crítico do neoliberalismo, do capitalismo, da globalização e do novo império da técnica em todas as suas formas, do ciberespaço à automação. “Velocidade” pode ser considerada a palavra-chave dos pensamentos de Virilio acerca da Cibercultura, pois, segundo ele, a realidade é definida por um mundo virtual, onde se pode estar em todos os lugares e ao mesmo tempo em nenhum, ou seja, não se tem mais a noção de tempo e espaço. Ele acredita que nós estamos vivendo a Era da “Dromologia” (dromos= corrida), em que a pressa dita o ritmo das mídias e se nega a reflexão e se intensifica a superficialidade.[4]

Virilio afirma ainda que o teatro e a dança são as duas únicas linhas de resistência à virtualização: “Não há globalização sem virtualização. O teatro e a dança têm necessidade de apresentar o corpo. Então são as artes do corpo por excelência. É preciso preservá-las, se as deixarmos desaparecer na virtualização, se não preservarmos os corpos de atores e dançarinos, provaremos que as novas tecnologias são exterminadoras dos corpos não apenas através do desemprego, da miséria, mas também da referência à corporalidade, isto é, à própria teatralidade”



'Brasil no momento, com fogo em regiões como a Amazônia que não acontece naturalmente.'
Fonte da imagem: https://twitter.com/oatila/status/1306346621932843010?s=20

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Mini Margarida

 Em 09 de agosto



Em 11 de agosto




Em 13 de agosto.






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Uns recortes:








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quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Abelhas coletando pólen (polinizando)

Pode-se ver nitidamente o bolinho de pólen que as abelhas campeiras (operárias) trazem no cestinho do pé. Quando as abelhas mergulham na flor em busca do néctar, o pólen fica agarrado nas penugens que envolvem o corpo. Após a coleta do pólen voltam a colmeia e, durante o voo, as abelhas esfregam o corpo com a escova do pé umedecido com néctar, enrolando o pólen em bolinho, a seguir armazenam na cestinha da perna traseira e carregam até o ninho. As bolinhas que carregam nas duas pernas pesam, às vezes, mais de 40 mg, um peso equivalente à metade do peso corporal dessas abelhas. Isso significa um trabalho pesado e muito árduo.Elas estão em declínio(desaparecendo), as abelhas são muito importantes para o meio ambiente, são responsáveis por quase 80% da polinização das plantas cultivadas do planeta. Polinização é a transferência de material genético da parte masculina para a parte feminina da flor, esse é um processo importante na formação de frutos em diversas plantas. A manutenção da vegetação natural e a redução do uso de produtos químicos na lavoura são estratégias importantes que permitem a conservação dos polinizadores e da biodiversidade no planeta.
P R E S E R V E M !














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